Mesmo quando a pandemia da Covid-19 passar e o isolamento social não for mais necessário, grande parte dos usuários habituais de transportes públicos vai querer usar menos estes meios de deslocamento.

É o que revela uma pesquisa realizada pela Rede Nossa São Paulo em parceria com IBOPE Inteligência, entre os dias 18 e 28 de julho, que traz a percepção dos moradores da capital paulista sobre as ações do poder público relacionadas à pandemia e o que os cidadãos pretendem fazer após o fim do problema.

Desde o início da pandemia um grande estado de alerta se instalou na população com o temor de contaminação em locais com concentração de pessoas, ou aglomeração para os mais alarmistas, nas cidades ao redor do mundo.

Esse estado de alerta, ou semi-pânico, levou a vários questionamentos e incertezas por parte da população com relação ao risco de contaminação no transporte público.

Por causa da repentina, acentuada e persistente retração de demanda e consequente redução de receita ocasionada pela pandemia da Covid-19, é imperativo obter recursos financeiros emergenciais para impedir a quebra de empresas e a desorganização tanto do transporte público urbano e metropolitano por ônibus como do transporte rodoviário de média e longa distância.

O Dia do Rodoviário foi comemorado de forma diferente neste ano. A data, celebrada neste sábado, 25 de julho de 2020, contou com a participação das empresas Petro Ita e Cascatinha.

Foram distribuídos mais de 300 embalagens com bolo, além de refrigerante aos seus colaboradores, em homenagem aos profissionais que estão trabalhando na linha de frente, em meio à pandemia de Covid-19. A ação foi realizada respeitando todas as normas de segurança para prevenção do coronavírus.

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O Juiz Átila Naves do Amaral, do Tribunal de Justiça de Goiás, determinou que a gestão do governador Ronaldo Caiado apresente em 48 horas a partir da notificação um plano emergencial para custear as atividades de transportes coletivos enquanto durarem as medidas de restrição de movimentação necessárias para conter o avanço do novo coronavírus que têm impactado na demanda de passageiros.

A pandemia do Covid-19 trouxe novos hábitos para a população, entre eles a substituição do transporte coletivo por outros meios de locomoção. Saíram os ônibus e entraram as bicicletas, motocicletas, carros e veículos que fazem o transporte por aplicativo.

Segundo a CPTrans, a previsão com a retomada das atividades econômicas a partir de junho, era que 100 mil pessoas passassem a utilizar o sistema público de transporte.

A pandemia de Covid-19 impôs desarranjo a todos os ramos de atividade e serviços, incluindo os transportes públicos. A retração da demanda por viagens de ônibus já leva boa parte do setor a prever um cenário de crise prolongada.

Predomina no país o regime de concessão das linhas urbanas, operadas por empresas particulares. Como estas são remuneradas a partir do critério de passageiro transportado, sua rentabilidade depende diretamente do fluxo.

 

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